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Marketing Payback

Texto:

1st law of nature: you always get what you give.

The internet is brutally powerful. What means we´re fucked.

DM9DDB. Uma empresa com a filosofia do grupo Nizan Guanaes.

Antes de mais nada, quero deixar claro que sempre admirei o trabalho da DM9, desde o tempo do Nizan+Serpa+Gama e muito antes do meu amigo e ex-dupla Rica Tronquini virar Diretor de Criação da agência. Então não estou aqui “falando mal” ou “zoando” com a empresa. Também sei que o case já foi bem discutido quando eu estava de cama. Mas é que hoje recebi de um amigo o seguinte “anúncio-payback”. Ele ilustra perfeitamente o que está acontecendo na Era da Interatividade. Agora, as pessoas não precisam mais esperar por alguém para agir quando se sentem ofendidas ou desrespeitadas por uma empresa. Se a United quebra a guitarra de um músico durante uma viagem de avião e simplesmente não dá bola pra isso, ele não precisa mais apenas entrar na justiça. Ele faz um sensacional vídeo, coloca no Youtube e tem 5483605 visualizações. Fora a tão famosa mídia espontânea que foi gerada, custando bem mais caro para a United do que pagar o instrumento.
E a mesma coisa está acontecendo com o case DM9-WWF. Quem não gostou ou se ofendeu com a peça, não precisa esperar o mercado, a ONG ou a agência se pronunciar. A pessoa vai lá e cria um “anúncio-payback”, joga na internet e…
Tudo isso é apenas para mostrar, na prática, o que sempre falamos em sala para os alunos: cuidado na hora de agir. Não importa se é uma peça publicitária, uma estratégia de marketing ou um simples telefonema. Hoje o poder está sim na mão do consumidor. E quanto mais criativo ele for, mais estrago vai fazer como retaliação. Não dá mais para varrer as coisas para debaixo do tapete ou pensar que a sua empresa é uma grande marca, intocável e poderosa. Pisou na bola, vai ter volta. Está ai a DM9 que não me deixa mentir.

PS: Pra quem ainda não viu o tal anúncio, nosso aluno Levi fez um post bem legal no seu blog. Confira.

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setembro 15, 2009 at 1:38 am 3 comentários

Social Media Revolution

E um post com cara de Twitter. Esse recebi de @danymaya. Foi colocado no youtube em 30/07/09 e combina muito com o Perdicast 04 que vai ao ar essa semana. O que você acha disso?

agosto 17, 2009 at 8:15 pm 1 comentário

Luxo Acessível

A Lança Perfume é umas das marcas que mais chama atenção no cenário fashion brasileiro. Resultado da qualidade do produto e da estratégia de marketing desenvolvida pela GAS Multiagência. Além de forte presença na mídia, a Lança Perfume está sempre em sintonia com seu público, usando diversas ferramentas. Confira o site, o blog e o Manifesto Luxo Acessível. Tudo pensando pelo povo da GAS.

agosto 17, 2009 at 7:00 pm 2 comentários

Estamos no ar! Perdicast 03 Jornalismo X Web

Após mais de 8 horas de edição (sim, estou aprendendo. Sim, tem errinhos), consegui terminar o Perdicast 03. Eu, Fly, Lu Manfroi, Ju Kobe (uma das donas da internet) e a Diretora da TV Com, Ligia Gastaldi, batemos uma papo muito legal sobre a questão Jornalismo X Web. O que se aprende (e o que não se aprende) numa faculdade de jornalismo? Modelo/Atriz/Apresentadora. O case TMZ Michael Jackson e muito mais. Tem até o Perdicast sendo convidado para a TV Com.  Ouça aqui, divirta-se e mande sua opinião.

Lista de Chamada
André Damasco (co-fundador do Perdicast) e Sérgio Búrigo contribuem com seus e-mails.

Tema de casa
Links selecionados pela nossa convidada Ju Kobe que você precisa conferir.

Pesquisa da Bulet: Brasileiros e o Twitter

As melhores e mais mentirosas notícias dos USA


julho 27, 2009 at 8:22 pm 5 comentários

E por falar nisso

Gravamos o Perdicast 03 hoje. E o papo foi tão legal que já convidamos Ju Kobe e Ligia Gastaldi para outros encontros (e a Ligia nos convidou para a TV Com. Será?). A edição rola neste final de semana. Na próxima, ele está no ar. O assunto da aula, Jornalismo X Web, rendeu bastante. E, por coincidência, está no Acontecendo Aqui algo parecido. Leia que vale a pena.
Outra dica legal do Acontecendo foi que nossos amigos Bruno Pompeu e Carlo Manfroi (irmão da nossa irmã Luciana) colocaram sua nova empresa no ar. Confira a entrevista deles e já comece a se preparar para as próximas edições do Perdicast. Esse papo Web X Mídia vai render vários.

julho 17, 2009 at 7:30 pm 1 comentário

Perdi essa dica: você tem twitter. E daí?

Então você leu a matéria na Época, viu a reportagem no Fantástico, ouviu vários amigos comentando e está pensando em fazer o seu twitter. A dúvida é: pra quê? Bem, o twitter não serve pra nada ou pode ser muito útil. Depende apenas de você. Explico.
Se você acha que é legal ser uma cybercelebrity, como o Ashton Kutcher, pode usar um programinha e ficar com 1 milhão de seguidores no twitter (como aconteceu com alguns brasileiros, em menor número). Mas esse é o jeito velho de pensar. O twitter não é TV. Não é a velha mídia onde você fala e 1 milhão de pessoas ficam olhando. Ele será realmente eficiente se você conseguir criar relacionamento. Afinal, é uma das Redes de Relacionamento. E ninguém consegue se relacionar com 1 milhão de pessoas. Na minha opinião, nesse caso – da cybercelebrity – o twitter não serve para nada. A menos, é claro, que você seja uma real celebrity e vá vender ingressos para quem te segue no twitter. Ou seja candidato a alguma coisa. O Obama foi um que soube usar o twitter como ferramenta para ganhar a eleição. Tinha vários seguidores (foi o mais seguido, depois da CNN e antes dos programinhas), mas colocava coisas que despertavam o interesse de seus possíveis eleitores. Para ele, o twitter valeu e muito. Para os eleitores que precisavam escolher, também.
Se você não pretende ser uma cybercelebrity e decidir seguir no máximo em torno de 150 pessoas – para realmente conseguir acompanhar o que escrevem e interagir com elas – poderá criar ou fortalecer uma ótima network. Uma que vai ajudá-lo a descobrir qual a melhor balada da noite ou uma grande oportunidade de emprego. Depende apenas de você.
A etiqueta do twitter diz que, teoricamente, você precisa seguir quem te segue. Mas depois dos programinhas e dos twitters freaks que pintam por ai, isso está caindo por terra. Eu só sigo quem tem algo a ver comigo, seja do ponto de vista social ou profissional. E fico sempre em torno de 150 pessoas. Uma vez coloquei pra seguir uma pessoa que achei que tinha relação comigo – era um diretor de arte de outra região do país. Acabei tendo que aturar um monte de baixarias e assuntos sem sentido. Claro que parei de seguir a figura na mesma hora. Se quisesse acompanhar porcaria assistia o BBB.
Assim, se me permite um conselho, entre no twiitter.com e faça seu login. Depois, tente achar as pessoas que tenham algo em comum com você e peça pra segui-las. Se você tiver coisas legais para dizer, elas vão segui-lo de volta. Claro que você não precisa ficar horas pensando no que escrever. Não é necessário ser Shakespeare ou Quintana para escrever no twitter. Mas lembre que você só tem 140 caracteres. Vale tudo, desde piada até dicas de sites. De coisas bobas como “Tô comendo leite condensado na lata” até “O Obama acaba de vencer.”. O que importa não é o grau de beleza ou relevância do texto. Mas como esse texto vai ajudá-lo a se relacionar com a sua network. Se você entender isso, ai sim o twitter pode ser muito útil. Caso contrário, será apenas mais uma coisa que não serve pra nada. Como o pagode, por exemplo.

abril 26, 2009 at 2:10 am 14 comentários

Ziggy, de novo.

Rafael Ziggy deve ser a pessoa mais citada aqui no blog. E não é pra menos. A última do menino é o terceiro podcast do Sim,viral! Neste bate papo, ele e Joana Dambrós entrevistam o CEO da iThink Marcelo Tripoli. Na pauta: social media, twitter, Marcelo Tas, a crise longe da internet, dicas de cases e blogs. Vale a pena ouvir.

abril 8, 2009 at 7:15 pm 2 comentários

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