Posts filed under ‘Jornalismo’

Perdi essa dica: Programa Hora do Recreio

Muitos alunos não conhecem o conceito de podcast. Tudo bem, afinal estão na faculdade pra aprender. A @lucmanfroi, como já falei aqui, está até criando em sala para acabar de vez esse atraso. Assim, para contribuir, além do nosso Perdicast vou ficar sempre divulgando algum podcast legal. Se você ainda não comprou seu iPod, pode relaxar. Dá pra ouvir direto no computador ou baixar no seu tocar de mp3. Dependendo do seu celular, pode baixar até nele. O que não pode é ficar sem saber o que é um podcast ou sem o hábito de ouvir podcast.
Então, a dica de hoje é o Programa Hora do Recreio, de Marinho Motta e mais três malucos do curso de Jornalismo da Estácio de Sá/SC. Alias, fiquei duplamente feliz de conversar com o Marinho hoje. Primeiro, em saber do podcast dele. Segundo, em saber que é filho do melhor âncora da TV brasileira: Mario Motta.
Eu conheci o Marinho quando fomos fazer uma palestra sobre profissões em uma escola pública de Biguaçu. O cara animou a criançada mais do que Papai Noel em noite de Natal. Com o agito do dia-a-dia, só tivemos tempo de trocar alguns Ois pelos corredores. Agora vou tirar o atraso ouvindo o programa. Sim, já convidei eles pro nosso novo site.
Escute e divirta-se.

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agosto 12, 2009 at 7:50 pm 1 comentário

Estamos no ar! Perdicast 03 Jornalismo X Web

Após mais de 8 horas de edição (sim, estou aprendendo. Sim, tem errinhos), consegui terminar o Perdicast 03. Eu, Fly, Lu Manfroi, Ju Kobe (uma das donas da internet) e a Diretora da TV Com, Ligia Gastaldi, batemos uma papo muito legal sobre a questão Jornalismo X Web. O que se aprende (e o que não se aprende) numa faculdade de jornalismo? Modelo/Atriz/Apresentadora. O case TMZ Michael Jackson e muito mais. Tem até o Perdicast sendo convidado para a TV Com.  Ouça aqui, divirta-se e mande sua opinião.

Lista de Chamada
André Damasco (co-fundador do Perdicast) e Sérgio Búrigo contribuem com seus e-mails.

Tema de casa
Links selecionados pela nossa convidada Ju Kobe que você precisa conferir.

Pesquisa da Bulet: Brasileiros e o Twitter

As melhores e mais mentirosas notícias dos USA


julho 27, 2009 at 8:22 pm 5 comentários

E por falar nisso

Gravamos o Perdicast 03 hoje. E o papo foi tão legal que já convidamos Ju Kobe e Ligia Gastaldi para outros encontros (e a Ligia nos convidou para a TV Com. Será?). A edição rola neste final de semana. Na próxima, ele está no ar. O assunto da aula, Jornalismo X Web, rendeu bastante. E, por coincidência, está no Acontecendo Aqui algo parecido. Leia que vale a pena.
Outra dica legal do Acontecendo foi que nossos amigos Bruno Pompeu e Carlo Manfroi (irmão da nossa irmã Luciana) colocaram sua nova empresa no ar. Confira a entrevista deles e já comece a se preparar para as próximas edições do Perdicast. Esse papo Web X Mídia vai render vários.

julho 17, 2009 at 7:30 pm 1 comentário

Gravando, criando, quase saindo novo site.

Amanhã, às 10h, entramos no Estúdio da Estácio de Sá para gravar nosso Perdicast 03. O tema será Jornalismo X Web. Acabou o diploma, e aí? O case TMZ e Michael Jackson. Será que as empresas jornalísticas vão sofrer como a indústria fonográfica? Esses e outros tópicos serão discutidos por mim, Fly, Luciana Manfroi, Ju Kone e Ligia Gastaldi. Quer contribuir? Só mandar.
Aproveito pra dividir as fotos do último Perdicast sobre HQ e o nosso hot site criado pela Dreamers. Sim, Ico prometeu para amanhã o primeiro layout do novo site, que será programado por Ju Kobe e sua turma.
Ah, o Curso de HQ continua bombando. Saiu no Universo HQ e no Jornal de Santa Catarina. Já fez sua inscrição?

julho 16, 2009 at 10:02 pm 6 comentários

Let me show you what it’s all about!

Para escrever um trabalho, seja um TCC ou uma dissertação, é preciso fazer uma justificativa falando o que faz o assunto importante para você, a academia e os outros. A partir deste mesmo raciocínio, vou explicar porque senti necessidade de colocar este post sobre o Michael Jackson.
Para a música, sua importância foi muito bem defendida por pessoas muito mais qualificadas do que eu. Nelson Motta (2009) fez uma excelente explanação das misturas geniais que Michael criou, construindo uma ponte entre a Disco e o Pop. Ponte erguida sobre o blues, o soul e o R&B. Sem falar da alegria que era vê-lo liderar os Jackson 5. Quando comprei meu iPod, há 2 anos, uma das primeiras playlist que coloquei foram eles.
Com Michael, a música Pop ganhou qualidade, ritmo, emoção. Primeira grande estrela da Era do Videoclipe (sim, eu sei da Madonna), ele ajudou a estabelecer essa idéia como ferramenta para promoção de um disco. Seus clipes sempre eram maravilhosos, gigantescos, inesquecíveis. Ele fez o mundo branco (ah, você não sabia que havia – e ainda há – muito racismo?) adorar um artista negro sem sentir vergonha. E não falo de poucos fãs. Falo do mundo todo. Uma febre como tinha acontecido com Elvis e Beatles. Hoje, a música Pop é dominada por artistas negros graças a ele. Ou você não viu as últimas premiações? Algumas das críticas sobre sua “mudança de cor” falavam disso: a necessidade de ser branco pra agradar um público maior. O triste é que, como mostram os novos artistas negros, não precisava disso.
E claro, temos Thriller, o disco mais vendido de todos os tempos.
Para a academia, Michael Jackson pode ser discutido do ponto de vista de fenômeno de comunicação. A primeira grande estrela da Era do Videoclipe foi a primeira grande estrela morta na Era da Internet. No momento em que a CNN, referência em jornalismo, noticiava que ele estava em coma, o site de celebridades (?) TMZ entrou com o furo. Na minha pequena websfera, na mesma hora que amigos mandavam via Twitter o link com a internação de Michael, minha esposa, leitora do TMZ, já mandava o link com sua morte. Mais de quinze minutos depois, os sites brasileiros de notícias – que até então estampavam manchetes da internação– mudaram para o anúncio da morte. E a CNN ainda falava do coma. Acho que estudiosos da comunicação podem usar Michael Jackson para discutir como será a mídia (ou como já é) na Era da Interatividade. Enquanto os “gigantes” da mídia demoram para girar suas engrenagens, blogs e twitteiros estão colocando as informações no ar. Em tempo real. Aliás, Michael fez o Twitter cair. Só isso, com certeza, já vale um TCC.
E foi essa interatividade, que fez o revival pela obra do Michael começar momentos após sua morte. Logo, fãs, ex-fãs e novos fãs começaram a ouvir suas músicas e organizar manifestações. O cara que era visto como um louco decadente, vivendo num mundo de faz de conta da antiga fama, mostrou para críticos e céticos que realmente era adorado. Ele tinha virado uma piada pronta, com seus escândalos e manias estranhas. O poder do seu talento estava soterrado por pilhas e pilhas de fofocas. Com sua morte, a música – a boa, do tempo dos Jackson 5 e de discos como Off the Wall e Thriller – voltou a ser o centro das atenções. O resultado foi milhares de pessoas ao redor da Terra cantando e dançando. O consolo para quem realmente gostava dele é que, neste ponto, Michael riu por último.
Finalmente, para mim, é importante falar de Michael Jackson porque ele foi meu primeiro ídolo. Cresci ouvindo Elvis, Beatles e Stones. Mas eles eram herança de meus pais. Thriller era algo novo. Algo que os “mais velhos” não entendiam. Ele era o MEU cantor. Por isso tinha o vinil, a luva, a jaqueta, o boneco e os discos promocionais da Pepsi. Por isso sabia fazer o passo Moonwalk. E conhecia toda a coreografia zumbi de Thriller. Mas ao final da minha adolescência, ele começou a perder seu brilho. Ou eu que estava crescendo. O fato é que o último vinil que comprei dele foi Bad. Eu já não curtia tanto. Com o passar dos anos, nem lembrava mais de ouvi-lo. Só lembrava dele com as piadas e notícias de escândalos. Então um incrível (qual não é?) episódio dos Simpsons apresentou a melhor música de aniversário desde Parabéns a você. Um louco, que pensa que é Michael Jackson, canta para Lisa. Por motivos de contrato, não foi admitido quem cantava. Mas qualquer um pode reconhecer o autor e cantor da música. Isso me fez voltar a ouvir os Jackson 5. Daí para Thriller e Off the Wall foi um pulo. Mas confesso que a admiração pela figura não tinha voltado. Era um ex-ídolo. Até ver a sua morte. Surpreso, descobri que aquilo mexeu mesmo comigo. Fiquei triste e chocado. E então entendi que meu ex-ídolo era mais um clássico caso de astro devorado pela fama. Como foi com Elvis, meu sempre-ídolo. Estava ali, na minha cara, esses anos todos. Quase envergonhado, meio que pedindo desculpas a ele, voltei a ouvir com paixão as músicas (já tinha colocado há meses Thriller no iPod). E realmente chorei vendo minha filha de 9 anos, a mesma idade que eu tinha quando fiz isso, tentando reproduzir Moonwalk na sala, em frente à TV, assistindo a um show de Michael no Multishow.
Ela, e as novas gerações, vão poder curtir a música de Michael Jackson. E entender, mais rápido, o que faz ele ser tão importante. Para eles, um post assim nem vai precisar de justificativa.

junho 28, 2009 at 2:59 am 18 comentários

Prometeus. O futuro?

Nossa ex-aluna e minha ex-orientanda (logo coloco aqui seu TCC sobre a Colcci) Lauren mandou uma dica muito legal.
Com algumas referências a filmes (olha ai, como é importante!) e livros, esse pequeno estudo de futurologia vale a pena ser visto.
Divirta-se!

março 19, 2009 at 9:33 pm 3 comentários

Sapatadas

E um jornalista iraquiano fez o que o mundo inteiro queria: agrediu o Bush. Pena que o cara era ruim de mira e errou os dois sapatos. O legal da cena, além do óbvio, é a discussão sobre a imparcialidade dos jornalistas. Aqui no Brasil os jornalistas e as empresas de comunicação, em vez de assumir uma posição clara, ficam fingindo uma neutralidade, criando uma moral de cuecas sem tamanho. Seria muito mais legal assumir sua posição durante uma eleição, evitando assim casos como o clássico momento Collor & Rede Globo. Claro que jogar sapatos numa pessoa não é função de um jornalista. Isso deve ser criticado e evitado. Mas ficar sorrindo e batendo papo com ex-amante de senador também não é.
E você, jogaria em quem o seu sapato? Eu voto em São Pedro que acabou com o Final de Ano e a temporada em Santa Catarina.

PS: Em uma semana, um jovem muito talentoso e desocupado colocará no ar um site onde podemos jogar sapatos em famosos.

dezembro 15, 2008 at 6:04 pm 11 comentários


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