Posts filed under ‘Família’

A melhor peça do meu portfólio

Quem me conhece, sabe que a toda hora falo na Gigi. Como não ser fã de uma filha tão maravilhosa? A pequena blogueira agora voltou com tudo. Está colocando seu primeiro conto, o Senhor das Cores, no ar. E já está escrevendo o segundo: Diário de uma menina zumbi. Siga a moça no twitter @gigipicles. E coloque o Gigicionário nos seus favoritos.

novembro 13, 2009 at 7:36 pm 2 comentários

Always look on the bright side of life

Uma das mais importantes influências na minha formação cultural é o grupo Monty Python. Desde minha pré-adolescência tive a felicidade de entrar em contato com o seu trabalho. E meu gosto pelo humor nunca mais foi o mesmo. Na verdade, sou tão fã deles que uso no dia-a-dia muito da sua filosofia. Como, por exemplo, a ensinada no clássico A vida de Brian (que tive o prazer de assistir com as atuais Quinta e Sexta Fases do Curso de PP).
Foi no melhor espírito Monty Python que enxerguei o bright side of life com minha gripe A + Pneumonia. Sim, o legal de ficar duas semana de cama foi a quantidade absurda de manifestações de carinho que recebi, em comentários aqui no blog, via twitter, e-mail, msn ou telefone.
Valeu mesmo galera!
Como símbolo de tudo isso, deixo com vocês o cartaz de boas-vindas criado por @tatahcosta, @jeffborbaa e @carlospieri.

setembro 9, 2009 at 7:18 pm 10 comentários

Die Hard, relatório do Detetive John McClane

Foi um trabalho realmente complicado. Pela primeira vez achei que não ia conseguir. Enfrentar o H1N1 foi muito mais assustador que pular de mangueira do topo do Nakatomi Plaza. E quando parecia tudo sob controle, uma bactéria mais traiçoeira que os soldados do aeroporto, daquela noite de Natal, me atingiu com uma pneumonia. Cai de cama. Fiquei mais cansado do que correndo pela cidade atrás das ordens de Simon. E, desta vez, sem Zeus para me ajudar. Febre, suor, dor no corpo. Todo o pacote completo. Ter um caça, um caminhão e um viaduto explodindo na minha cabeça foi brincadeira de criança perto disso. Todo dia parecia que o meu sistema estava em colapso. Mas como não tinha mais ninguém para resolver o problema, lá fui eu de novo. E o H1N1 descobriu que não foi nada inteligente mexer com minha filha. Missão cumprida. John McClane, pronto pra outra.

setembro 8, 2009 at 12:56 am 12 comentários

Diagnóstico, por House – MD.

No último dia 29 de agosto, o paciente Diego Moreau deu entrada no centro médico com 39,8 de febre, sudorese, falta de ar, grande cansaço e dor na virilha. Sua última consulta registrava uma variação do H1N1, mas isso apenas não causaria todos esses sintomas. Enquanto o resto da equipe batia cabeça, fui investigar o que realmente estava acontecendo. A sudorese foi causada pela Dipirona, tomada pelo paciente na tentativa de baixar a febre. A partir de agora ele está proibido de usar tal medicamento, passando a utilizar o Paracetamol. O motivo da falta de ar e cansaço, após uma bateria de exames, surgiu rapidamente. Debilitado pelo H1N1, o paciente se tornou vítima fácil de uma bactéria que se alojou no seu pulmão, ocasionando um princípio de pneumonia. Desde a noite de sábado, ele já está sendo tratado com antibióticos – o que se prolongará por mais quatorze dias. Nesta segunda-feira, no período da tarde, deve retornar para mais uma bateria de exames. Se não tiver reagido à medicação, precisará ser internado. Mas creio que isso não acontecerá. No entanto, o paciente deve permanecer outra semana de repouso e em observação. Assim, não poderá ainda retomar suas atividades como professor, no Curso de Publicidade e Propaganda da Estácio/SC, e como redator, na GAS Multiagência.
A dor na virilha? Depois de se recuperar da pneumonia, Diego Moreau talvez precise operar a hérnia que surgiu.

agosto 31, 2009 at 12:27 am 22 comentários

24 de agosto

Dia 24 de agosto era o aniversário do meu pai. Era, pois quando eu tinha 13 anos ele faleceu. Desde então essa data virou uma mistura de alegria e tristeza. Três anos depois, acabei o colégio e entrei na faculdade de Publicidade. No ano seguinte comecei a trabalhar como redator. Três anos depois, voltando da agência, peguei um ônibus T5 lotado para ir para aula. Foi então que conheci a Ester. Em um mês estávamos morando juntos. Em dois anos nos mudamos para Floripa. Então, em 12 de janeiro de 1999 (dia no aniversário do meu sogro) a Ester descobriu que estava grávida. Na verdade, sua médica apenas suspeitou e pediu um exame para confirmar. Ainda tonto com a notícia, pensando se era o melhor momento e muito assustado, fui com ela fazer o exame. Chegamos ao laboratório e logo fomos encaminhados ao médico. Ele colocou uma gosma na barriga da Ester, ligou o aparelho (uma mistura de scanner com sabre-de-luz) e passou. Com toda a sensibilidade que acompanha os representantes desta digna e importante profissão, falou:
– É, você tá grávida. Mas acho que tá morto. Não dá pra ouvir o coração.
Decidindo se consolava o choro da Ester que já começava ou se batia no imbecil, perguntei se tinha outra forma de conferir. Ele falou que dava para fazer o exame interno. Mas a Ester precisava esvaziar a bexiga. Nos quatro minutos que ela ficou no banheiro, eu – que até então morria de medo de ser pai – tive certeza que queria aquele bebê. Ali, suando frio, pensei no meu pai. Queria poder ligar para ele e perguntar como tinha se sentido. Como não dava, pedi para ele proteger seu neto. Na verdade, para ele fazer o neto acontecer. A Ester voltou do banheiro, fez o exame e o coraçãozinho apareceu pulsando na tela. O idiota do médico nem pra pedir desculpas.
Foi muito legal curtir a gravidez. Na verdade, como estávamos lendo O que esperar quando você está esperando, foi meio estranho, pois eu acabei sofrendo os mesmos sintomas. Enjôo, cólica, dor aqui ou ali. Tudo que a Ester tinha, eu tinha. Para alegria da sua médica que adorou ver um pai grávido e realmente comprometido. A médica também se divertiu quando falamos que não queríamos saber o sexo, deixando a surpresa para o dia do parto – que seria natural. Sem saber o sexo, escolhemos o nome Érico em homenagem ao Veríssimo. Nome de menina? Não precisa, é o Érico.
Ai chegou o dia 24 de agosto de 1999. Como tinha feito yoga para gestantes, a Ester sabia muito bem controlar a respiração e as contrações. Tanto que estava em trabalho de parto e não viu. Às 20h30, durante o banho, a bolsa rompeu. Algo que só acontece em filmes. E com a gente. Corremos para o hospital. Após brigar com um estagiário que não queria me deixar entrar na sala, me vesti de médico e fui de câmera em mão registrar o momento. Exatamente às 22h50, após a cesariana (o bebê tinha virado uma semana antes), eu dou um close na coisinha chorosa e…não tem pinto!
– Ah…Ester. Estamos com um problema. É menina. Não tem nome.
Complicado foi explicar para avós, dindos, familiares e amigos que, mesmo após 9 meses, não tínhamos nome para ela. Durante 7 dias, o Quindim ficou sem nome. Quando finalmente fechamos a lista, Manuela e Giulia eram os vencedores. Como escolher? Peguei minha agenda do Mario Quintana/1999 e abri no dia 24 de agosto. Vai que o nosso poeta tem alguma dica. E lá estava escrito:
“Não adianta, sentencia Lili: – Manuela é nome da mulher do sapo.”
Obedecendo Quintana, ou melhor Lili, escolhemos Giulia.
E hoje faz 10 anos que 24 de agosto é um dia de alegrias. Só alegrias.
Feliz aniversário, pai. Seu presente é muito amado.
Parabéns Gigi. Todos somos muitos felizes com você aqui.

agosto 24, 2009 at 3:07 am 20 comentários

Gigicionário

E a pequena já está com seu blog. Sim, senhoras e senhores. Gigi Picles acaba de colocar o blog na rua: Gigicionário. Com layout de @borboletices e colaboração da orgulhosa Mamãe @3st3r, a menina vai dividir com o mundo sua impressão sobre livros, filmes, música, sushi, Padrinhos Mágicos e o que mais ela tiver vontade. Assim que o PerdiEssaAula virar site, o Gigicionário estará no link Intervalo. #paibabãoeassumo.

agosto 18, 2009 at 3:25 am 4 comentários

Caras – Edição Especial

No último sábado, a Faculdade Estácio de Sá Santa Catarina realizou a formatura dos alunos dos cursos de Administração, Marketing, Turismo, RH e Comércio Exterior. Já nos primeiros minutos da cerimônia de colação, foi escolhido o aluno com o melhor desempenho acadêmico. Ou seja, quem entre os 64 formandos teve a maior média durante toda a faculdade. E a aluna chamada foi Ester Gewehr. Surpresa e nervosa, Ester foi aplaudida pelos presentes enquanto recebia a honraria – Certificado e Medalha da Estácio/SC, Troféu e Certificado do Conselho Regional de Administração – do Diretor Geral Prof. Dr. Ary de Oliveira Filho.

Mas a noite ainda reservava outras emoções. Quando foi novamente chamada ao palco, para receber o canudo, o representante do Coordenador do Curso de Administração, Prof. Hubert, pediu que o Prof. Diego Moreau e Giulia Gewehr de Carvalho, respectivamente marido e filha da aluna, entregassem o diploma. Após a colação, Ester e família receberam os convidados no Restaurante Aqueduto, sugestão do gentleman Paulo Pedroso. Meia-noite em ponto, a já formada dançou a primeira valsa com Giulia e a segunda com Diego. Todos os convidados curtiram o evento. Ester e família só deixaram o local às 3h30 quando Giulia, que fazia sua estréia na noite, aproveitando sua primeira balada, mostrou sinais de cansaço (provavelmente por causa da música, que tinha começado tão bem mas escorregou para a nefasta combinação pagode-axe-sertanejo).
Então, orgulhosa e com a sensação do dever mais do que cumprido, Ester e sua família se recolheram para sua residência, num elegante condomínio fechado, no bucólico e acolhedor Rio Vermelho.

agosto 14, 2009 at 7:52 pm 11 comentários

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